Como fazer Gelinho de Couve?

Confesso que o meu caso com o tal do suco verde não foi de amor à primeira vista. O paladar, desacostumado com o gostinho dos alimentos saudáveis, estranhou um pouco. Mas a persistência é um dos principais fatores para uma dieta bem sucedida. E ao notar os incontáveis benefícios da bebida, hoje, não abro mão de tomar um copão de suco verde no café da manhã!

Acontece que a rotina corrida muitas vezes sabotou minha dieta. Tentei deixar a couve lavada e cortadinha, afinal ela dura cerca de 3 a 5 dias na geladeira, como você já viu aqui. Mas ainda tinha que picar a maçã, espremer o limão… Aff! Quando finalmente conseguia tomar o suco, já estava atrasada. A solução que eu encontrei pra facilitar esse processo foi fazer “gelinhos de couve”.

Esse vegetal é rico em vitaminas e sais minerais, além de ferro, cálcio, potássio e ácido fólico, podendo ser congelado sem perder nenhuma dessas propriedades. Fazer os gelinhos é muito fácil. Sente só!

PASSO-A-PASSO:

  1. Couves lindas e lavadinhas.
  2. Corte o cabinho e reserve.
  3. Enrole cerca de 5 folhas de couve e corte em pedaços grandes.
  4. Com um pouquinho de água no liquidificar (suficiente para cobrir as pás) acrescente as folhas picadas. Ao final desse processo, você terá uma pasta de cor verde bem viva. O ideal é que ela não fique nem muito líquida, nem muito grossa.
  5. Despeje nas forminhas de gelo e leve ao freezer.
  6. Depois de congelado, desenforme e coloque os cubos num saquinho, cuidando para retirar todo o ar.

O gelinho é uma ótima opção para quem ainda não se acostumou com o gosto “de verde” dos sucos. Além disso, a textura fica uma delícia, parecido com um Smoothie. E o suco fica beeeeeeeeeem geladinho. Eu também uso os cubinhos na quinoa ou em molhos.

Ahh… lembra dos caules da couve que nós reservamos? Pique bem fininho e congele. Dá para fazer um refogado M-A-R-A e acrescentar na carne, no arroz, na quinoa…

30

Nov

Eu confesso: sou uma Diet Victim

Possívelmente você já ouviu falar em Fashion Victim, aquela pessoa “incapaz de identificar limites da moda e que se deixa levar pelo consumismo desenfreado”. Já o meu caso é um pouquinho diferente: eu sou uma Diet Victim. Já experimentei de tudo: de quitosana, passando por Herbalife e até Ração Humana. Só Deus sabe quantos milhares de reais eu já gastei em produtos com poucos estudos e/ou pouca eficácia comprovada. A ânsia por emagrecer e o apelo comercial desses produtos muitas vezes nos fazem perder a razão.

O último produto “milagroso” que comprei foi o tal de ÓLEO DE COCO.  A sua eficacia vem dividindo a opinião de diversos profissionais da área de saúde e a verdade é que ele não é um óleo comum. Ele é rico em triglicerídeos de cadeia média. O que são os  triglicerídeos de cadeia média (TMC)? São uma espécie de gordura facilmente convertida em fonte de energia.

E é justamente aí que está a controvérsia.

A favor do óleo de coco está o fato de que ele é um alimento funcional, cheio de propriedades interessantes como ação anti-oxidante e bactericida. Por outro lado, algumas pesquisas mostraram que em animais, o óleo de coco aumentou o LDL (colesterol ruim) e os depósitos de gordura no fígado. LDL e gorduras saturadas andam de mãos dadas. Rico em gorduras saturadas, o óleo de coco tem cerca de 51% do valor permitido para uma dieta de 2000 calorias, em apenas uma colher. A recomendação é que nossa alimentação seja composta de 25 a 30% de gorduras, sendo que no máximo 7% devem vir das saturadas. 

Já nas pesquisas em humanos – realmente – houve emagrecimento. Mas o uso do óleo de coco foi acompanhado de reeducação alimentar e exercícios, o que por si só já implicaria em perda de peso. Outro fator contra o óleo de coco é o alto valor calórico. Com 110 calorias por colher de sopa, ele é mais calórico do que a manteiga. Se você seguir a  recomendação de consumir cerca 30-45ml por dia estará ingerindo entre 220 ou 330 calorias. Para se ter uma ideia, o “pão carne e queijo” do Mc Donalds tem 295 calorias!!!

Por saber  do meu colesterol alto e pelo o amor que tenho pelo meu fígado (alô birinights!), decidi excluir o óleo de coco da minha cozinha. Mas o que fazer com aquele pote cheio, que me custou a bagatela de 40 reais?

- Vanessa, o que esse óleo de coco tá fazendo no banheiro?

- Tô usando como hidratante!

- O quê???

Isso mesmo! 100% natural, o óleo de coco extravirgem não contem nenhum produto químico – ou seja, não estamos intoxicando nosso organismo com substâncias perigosas. O uso dermatológico é recomendado para todos os tipos de pele (exceto, é claro, para os alérgicos ao coco!). O resultado você vê na hora: pele extremamente macia, viçosa e com um cheirinho delicioso. Levei até elogio do namor que me chamou de “balinha de coco”. Óóóinnn! ;-)

E tem mais!

Que Moroccan Oil o quê!! Quer deixar seus cabelos brilhantes e saudáveis sem ter que gastar muito? Então experimente passar o nosso  “Brazuca Oil” nas pontinhas, deixe agir por alguns minutos, lave e pronto!

 

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Nov

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